20.7.09

DESEMPREGO NA RÉGUA - ALERTA VERMELHO

Segundo o Jornal de Notícias de 18 de Julho (pag.2 e3) , Peso da Régua teve uma variação de 25 a 50 % no tocante a desemprego( o segundo coeficiente mais elevado do distrito). Vila Real, de- 0 a 25%. Lamego, pasme-se, variação- 0%. Convém pensar nas causas destes numeros cruéis do nosso concelho porque as consequências saõ bem visíveis. Incentivos ao investimento são urgentes e sensibilidade precisa-se.Quando dizemos sensibilidade referimo-nos ás aquisições de bens e serviços por parte de quem tem responsabilidades políticas.A prioridade deve ser sempre para empresas e empresários do concelho e nunca o contrário.Casas comerciais, empreiteiros , fornecedores de serviços ou de qualquer mercadoria, seja ela fósforos, lápis ou bolos-rei , deveriam, por seriedade para com quem vive cá, ser adquiridos cá. São de louvar todas as atitudes de caracter social, sejam elas os passeios com os velhinhos , as festas dos avós e dos netos, o S.faustino ou outra manifestação qualquer, mas, a obrigação de ter sempre em conta a necessidade de contribuir para a manutenção das empresas e empresários locais, para estes pelo menos manterem os seus quadros activos,é imperiosa.

26.6.09

artigo de opinião...sempre actual

"Num ano de eleições onde a maioria dos comportamentos políticos aponta para a conquista ou reconquista do poder, temos tido mais ruído que compreensibilidade, apesar dos tempos aconselharem prudência e serenidade. Á habitual insinuação e calúnia, que serve de arma de combate na política mas que não deixa nem o agressor nem a vítima incólume (os brasileiros usam uma expressão muito apropriada que é a de jogar porcaria para cima da ventoinha), somamos o bota-abaixismo, o sectarismo e a cegueira política que habitualmente impede que se reconheça no opositor qualquer característica positiva ou capacidade de execução. Chega a parecer que estes comportamentos negativos resumem o contributo que muitos têm para dar à democracia. Nada o impede e existe liberdade para que seja uma forma de estar na sociedade (apesar de haver quem defenda livremente que essa liberdade não existe), mas mina-a. E pouco se pode fazer quando a atitude se generaliza independentemente do atingido. Há pouco tempo vi um filme em que, a determinada altura, é contada a história que tentarei reproduzir: uma mulher caluniou alguém, contando uma mentira a algumas pessoas. Essa mentira multiplicou-se pela quantidade de vezes que esse pequeno grupo de pessoas a repetiu a outros grupos de pessoas. Muito rapidamente a mentira passou a facto que todos já conheciam. O visado ficou com a sua reputação arruinada. Perante o impacto da mentira a mulher que a lançou ficou consternada. O peso na consciência levou-a a contar a verdade a um padre e a pedir alívio. O padre pediu-lhe então que subisse ao telhado da sua casa, rasgasse uma almofada de penas e as soltasse ao vento. Foi o que fez. Voltou ao padre e contou-lhe que tinha feito o que lhe havia sido sugerido, espalhando milhares de penas pelo céu da sua rua. Mas acrescentou não ter sentido alívio nem compreendido de que forma o acto podia apagar o erro cometido. O padre pediu-lhe então que voltasse à rua e recolhesse todas as penas que a mulher havia espalhado pelo vento. A mulher respondeu-lhe aflitivamente que isso era absolutamente impossível de conseguir. O padre disse-lhe então que cada uma das minúsculas penas representava cada uma das pessoas a quem a mentira havia sido transmitida. Recolher todas as penas era tão impossível quanto apagar o efeito da mentira que se generalizou. Eis o efeito da calúnia. Essa tão útil e fácil destruidora de reputações. Se não consegues destruir uma ideia destrói o homem que a teve. Assim e não sendo possível impedir que as penas se espalhem pelo vento ou que alguém se arrependa do mal feito importa manter o rumo que foi traçado e que se continue a defender o mais importante, a verdade da ideia. É assim que se combate o terrorismo político. " . . "im diana.fm de Francisco Costa"

19.6.09

Finalmente: esquerda volver!!!!!

Depois de muitas multas, alertas e litros de combustível , eis que que surgem os traços descontínuos na Av.Ovar e Joao Franco. Parece-nos que passou tempo demais, mas, vale mais tarde que nunca. Uma boa medida. Atenção na segunda meia laranja (subida da Casa do Douro) parece-nos que não é permitido voltar ali á esquerda, porque o traço descontinuo começa depois do cruzamento.Aconselhamos a quem o pretenda fazer , ir pela beira rio e, na meia laranja fazer a inversão e aí, sim, subir a rua Barão Forrester (Casa do Douro)

7.6.09

QUASE 20 ANOS DEPOIS...CAMPEÕES

Aos jovens do SCR (juvenis) aos seus treinadores, directores, pais, público e a todos quantos hoje manifestaram um apoio incondicional provando assim que quando as causas são nobres todos dão as mãos, a todos mesmo, sem excepção, PARABÈNS.

13.5.09

Os projectos em 3D da CM

Desde ontem á tarde que estão disponíveis no "site" (www.cm-pesoregua.pt) os projectos das piscinas, auditório e centro escolar , em 3D. Uma oportunidade para se falar deles, da sua arquitectura, enquadramento e localização.

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